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A gastronomia do Rio Grande do Norte concentra tradições europeias, africanas e indígenas. Um exemplo disso são comidas preparadas com ingredientes muito familiares aos portugueses, como o arroz e a batata-inglesa, mas que recebem um toque de leite de coco e azeite de dendê, provocando uma verdadeira harmonia na boca.
Por outro lado, a culinária potiguar é tão grande quanto o seu território geográfico, sendo muito mais fresca no litoral, com o uso de frutos do mar nas preparações, e mais consistente no interior, com carne de charque e aposta no feijão-de-corda, por exemplo.
Ginga é o apelido que se dá ao peixe manjubinha, que, normalmente, mede entre 10 e 15 centímetros, o qual costuma ser consumido assado ou grelhado, mas, nessa receita, ele é frito. Já a tapioca é bem popular no Brasil todo, por sua praticidade e alto poder energético. A tapioca é um prato derivado de receitas indígenas, feito com goma de mandioca. Depois de ir a frigideira, ela fica como um crepe e pode ser servida com recheios variados, de doces à salgados.
Apesar da delícia que é a ginga com tapioca, há de se tomar cuidado para não cometer exageros. Cada porção tem aproximadamente 600 calorias, e é uma bomba de proteínas e carboidratos. Para quem malha, pode ser uma boa refeição antes do treino.
1- Tempere os peixes com sal, coloque-os em espeto, empane na farinha de mandioca e frite no óleo quente.
2- Em uma frigideira (ou chapa), espalhe a goma de tapioca (faça um disco), colocando o coco por cima, leve ao fogo e deixe a goma “colar”, vire do outro lado e deixe esquentar também.
3- Retire do fogo e sirva com o peixe no centro da tapioca e sirva